Rilton Hildebrando é vítima de crime contra a honra

Falsa acusação contra Presidente de Associação de Professores pode resultar em crime contra a honra

Rilton Ramos Hildebrando, agora presidente da Associação dos Professores de Atendimento Educacional Especializado e Designados de Minas Gerais-APAEEDMG foi parte acusada em um processo penal instaurado contra ele em abril de 2011. Na ocasião ele foi injustamente acusado pelo crime de estupro. Felizmente, em 2016, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais julgou improcedentes as acusações feitas contra Rilton e extinguiu a punibilidade por ausência de provas, o que resultou na prescrição do citado crime.

Isso significa dizer que, contra Rilton, não foram encontradas, segundo expostos nos autos e nas investigações, nenhuma conduta que o incriminasse e por isso, NÃO FOI SETENCIADO CULPADO E, SE NÃO HÁ CULPA NÃO HÁ MOTIVOS PARA PUNIR.

Contudo, em abril de 2020, tais informações, já extinguidas pelo poder da
Justiça, foram vilipendiosamente (visando comprometer sua reputação diante da sociedade) divulgadas por pessoas maliciosas e amplamente veiculadas em conhecidas redes sociais além de em grupos fechados do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, noticiando uma suposta participação de Rilton na prática do crime mencionado acima além de desdobrar o crime para estupro de menor e tráfico de drogas, contrariando a própria decisão do TJMG que foi FAVORÁVEL ao professor Rilton Ramos Hildebrando, uma vez que NÃO HOUVE MOTIVOS REAIS PARA PUNÍ-LO.

Essas informações foram expostas nas redes sociais depois de o Presidente
da APAEEDMG receber mensagens ameaçadoras, de fontes incertas e
duvidosas, que exigiam dele o encerramento das atividades da Associação até as 22:00 horas do dia 10 de abril de 2020. Caso ele não o fizesse, seria
surpreendido com uma desagradável notícia. Como o Presidente da
Associação não cedeu às ameaças, ainda mais por que não tem nada a
esconder da sociedade, reafirmou que a APAEEDMG iria continuar em plena atividade e que as ameaças fossem assim cumpridas.

Rilton Ramos Hildebrando foi injustiçado.

Para resolver a calúnia e responsabilizar os reais culpados, o Presidente da APAEEDMG está sendo assessorado juridicamente pela advogada a Drª. Ana Luíza Nascimento Ferreira, que esclareceu ainda que, no curso das
investigações, apresentou várias provas de que Rilton nada tinha a ver com a prática do crime a ele imputado.

Importante destacar ainda que, mesmo sofrendo essas acusações maliciosas, o Presidente da APAEEDMG – Rilton Ramos, conta com o apoio e a confiança majoritária da classe de professores que desde o princípio, esboçou grande indignação com as notícias mentirosas que associaram seu nome à práticas criminosas, afinal, a sociedade, em geral, em sã consciência jamais aceita atos de injustiça.


Como um velho ditado popular, o tiro saiu pela culatra e em breve o feitiço vai virar contra o feiticeiro.

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