Os vínculos entre a esquerda e o crime organizado no Brasil

Alguns fatos importantes sobre a simbiose do esquerdismo e do banditismo no Brasil.

Alguns meses atrás foi divulgado na imprensa brasileira conversas interceptadas pela Polícia Federal entre um membro do PCC(Primeiro Comando da Capital) identificado como Alexsandro Pereira, criticando as políticas de Segurança Pública do Ministro da Justiça Sérgio Moro e afirmando a outro colega que a organização criminosa mantinha ”diálogo” com o PT quando o partido estava á frente do governo federal.

A divulgação das conversas comprovou cabalmente uma suspeita que já rondava a cabeça dos brasileiros há algum tempo: a proteção legal que a esquerda dá a criminosos e facções criminosas em nosso país. A esquerda(como de praxe) afirmou que tudo não passava de ”armação”, mesmo com o áudio do líder do PCC cabalmente provando a ligação e vínculos entre o partido do crime e o comando do crime(resta saber qual é qual).

O fato mais óbvio da política nacional, perceptível a qualquer cidadão, são os esforços de partidos de esquerda como o PT, PSOL e PCdoB em fazer de tudo para suavizar qualquer punição legal a criminosos(principalmente se o criminoso em questão for de esquerda e gostar de receber propina de empreiteiras), enquanto fazem de tudo para amarrar as mãos da polícia e demonizá-la como ”fascista” e ”racista”

Mesmo quando a polícia não mata nenhum inocente e age corretamente sem abuso, valendo-se da força e da violência apenas em ocasiões em que realmente é preciso fazê-lo para salvar inocentes, podemos ouvir os gritos chorosos de nossos parlamentares esquerdistas falando em ”truculência policial”.

Outro caso recente nesse sentido foi a da ação da polícia no sequestro ocorrido em agosto deste ano na Ponte Rio-Niterói no Rio de Janeiro, que terminou com a morte do sequestrador que manteve 39 passageiros como reféns, ameaçando incendiar o ônibus com os reféns dentro. Após o ocorrido, os esquerdistas na imprensa e no parlamento foram unânimes em condenar a ação da polícia, chegando mesmo o terrorista e radical de esquerda do PSOL, Guilherme Boulos a chamar o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, de ”psicopata”, só porque este comemorou a sucesso da operação na ocasião, que terminou salvando a vida dos 39 reféns. ”Psicopata” para Boulos, PSOL, PT e PCdoB, não era o adjetivo mais adequado para se referir ao sequestrador que ameaçava atear fogo em 39 pessoas, mas sim ao governador que apenas comemorava o salvamento de vidas inocentes.   

Mas não é de hoje que a esquerda em nosso país mantem um affair com o crime organizado e o banditismo. Pelo contrário, ela vem sendo uma constante desde á década de 30. Os cacoetes mentais e lugares comuns da retórica esquerdista pró-banditista que vemos ocasionalmente na mídia esquerdista, em organizações de ”direitos humanos”, em produções artísticas, obras literárias, nas universidades e em partidos de esquerda no parlamento se originam na instrução transmitida pelo Comintern(Internacional Comunista) em 24 de abril de 1933 ao Comitê do Partido Comunista Brasileiro, para que procurasse assumir a liderança de quadrilhas de bandidos, imprimindo um caráter de ”luta de classes” a suas atividades contra a lei e a polícia. O documento em questão é citado no livro ”Camaradas: A História Secreta da Revolução Brasileira de 1935 nos Arquivos de Moscou” do jornalista William Waack(São Paulo, Companhia das Letras, 1993, pág. 55-5). 

A partir desta primeira ordem, os líderes e intelectuais do Partido Comunista brasileiro passaram a colocá-la em prática.Inicialmente, a estratégia dos comunistas brasileiros era doutrinar ideologicamente os criminosos comuns. Na esfera da militância política, o partido passou a intoxicá-los com material de propaganda comunista para cooptá-los para a causa revolucionária, transformando seu confronto com a lei em ”luta contra a burguesia’‘, convertendo-os em militantes comunistas. A prática se intensificou ainda mais a parti de 1935, quando muitos militantes comunistas do PCB foram presos devido sua participação na tentativa golpista-revolucionária no episódio da Intentona Comunista na cidade de Natal, Rio Grande do Sul, liderada pelo militante comunista histórico Luís Carlos Prestes e a agente comunista alemã Olga Benário, esposa de Prestes.

Desde então foi constante e sistemático o esforço dos comunistas para doutrinar criminosos e presos e enquadrá-los na luta política comunista. O militante comunista Gregório Lourenço Bezerra, um dos que participou do levante comunista em 1935, conta em sua auto biografia Memórias(2011) como “transformou guardas penitenciários e bandidos em militantes comunistas”. Durante a vigência do Estado Novo de Getúlio Vargas, a convivência nas prisões entre presos políticos do partido comunista e criminosos comuns tornou-se rotineira, já que no período referido as atividades do partido foram proibidas e reprimidas pelo estado, com muitos militantes, líderes, sindicalistas e intelectuais comunistas indo parar na cadeia por suas ações. 

Na esfera cultural, os escritores comunistas mais renomados, passaram a escrever obras ficcionais, romances e peças de teatro, onde exaltavam e idealizavam o banditismo como o resultado das ”desigualdades sociais” e o transformavam em arma de luta ideológica. A esse papel, serviram os mais destacados e renomados escritores do Partido Comunista á época, como Jorge Amado e Graciliano Ramos(v. A Longa História do Óbvio)

Em sua mais famosa obra, Capitães de Areia, publicada em 1937, um dos clássicos da literatura comunista brasileira, Jorge Amado narra a história ficcional de transfiguração de seu protagonista Pedro Bala, um menino de rua e delinqüente nas praias de Salvador, em militante revolucionário comunista contra a ”sociedade burguesa”. Já em Angústia(1936) de Graciliano Ramos, o personagem Luís da Silva, o criminoso e protagonista da obra, acaba sendo um personagem construído de maneira muito mais humana que sua vítima, o burgues Julião Tavares. 

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No clássico romance de Jorge Armado, ”Capitães de areia”, a ideologia da delinquência e da idealização do do banditismo já se fazia presente.

Em ambas as obras, os protagonistas, mesmo sendo deliquentes e criminosos, tem suas ações criminosas suavizadas pelo retrato simpático que o autores fazem deles, pintando-os pelo menos de maneira mais humana que outros personagens, como a polícia, retratada como “opressora” e serva da “classe dominante”, como em Capitães de Areia, e a classe média-alta, simbolizada sempre com personagens egoístas e desprezíveis como Julião em Angústia. Os crimes de seus protagonistas nessas obras, acabam parecendo menos um delito moral individual do que uma justa forma de “protesto social” ou crimes menores perto das “desigualdades sociais” e crueldades do “sistema” que os “gera”.   

Em pouco tempo a ideologia do ”bom-bandido” em pouco tempo tomou conta de toda a alta-produção cultural do Brasil. No produção cinematográfica brasileira, a partir da década de 60 com o surgimento do chamado movimento do ”Cinema-Novo”, a humanização e apologia da deliquência bandidista como um ato de ”protesto social” foi levada para as telas do cinema.

O ”Cinema-Novo”, desde o começo, foi fortemente influenciado pelo Partido Comunista brasileiro, que em finais da década de 1950 e início da década de 60 estava trabalhando para influenciar na produção cultural do país, com muito sucesso inclusive, como reconhece Celso Frederico em seu estudo A Política Cultural dos Comunistas, publicado no volume 3 da coletânea História do Marxismo no Brasil: Teorias e Interpretações(2007) de João Quartim de Moraes:

”Em 1958, o Partido Comunista Brasileiro aprova a Declaração de Março e, com ela, imprime uma guinada em sua atuação política com reflexos diretos na esfera cultural.””(…) Um olhar sobre a produção cultural da época é suficiente para se perceberem os vínculos entre as grandes questões agitadas pelo PCB e as manifestações artísticas. A luta contra o subdesenvolvimento e contra os fatores internos e externos que o sustentavam, a campanha pela reforma agrária etc, deixaram marcas profundas o fazer artístico.”(…)Essa crescente influência contestadora no campo artístico se desenvolveu vigorosamente: ‘apesar da ditadura da direita há relativa hegemonia cultural da esquerda no país’, observou Roberto Schwarz em 1969, ao constatar a presença das idéias oposicionistas nos ‘santuários da cultura burguesa’.

O romance e cinema esquerdista passou, sob influência das teses de revolução campesina agrária do PCB, a enfocar o cenário rural e nordestino. Explorando o cenário da pobreza do Nordeste, a literatura comunista e o movimento do Cinema Novo, exaltavam e idealizavam o banditismo do cangaço como uma resposta armada às ”injustiças” dos coronéis oligarcas e latifundiários do sertão. Significativo nesse sentido estava o clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Gláuber Rocha(1964) de Glauber Rocha, e Fuzis(1964) de Ruy Guerra, os grandes marcos cinematográficos do Cinema Novo.

Em ambos os filmes, tendo como pano de fundo a pobreza do interior nordestino, os criminosos, seja o protagonista Manuel em Deus e o Diabo na Terra do Sol; que se revolta contra a exploração imposta pelo coronel Moraes, acaba matando-o e depois se juntando a um bando de cangaceiros liderados por Corisco, ou o exército de famintos no interior da Bahia que passa a praticar roubos a depósitos de alimentos em Os Fuzis, são sempre retratados de maneira mais simpática do que a elite, o exército, a Igreja, etc, retratados como ”culpados” da situação de exploração e opressão que os levou a cometer tais atos.

Com o advento da guerrilha urbana, que se intensifica após o movimento civil-militar de 64, a produção cultural esquerdista, já se tornando indistinguível do cinema, da literatura e do teatro nacional, passa também a idealizar o terrorismo e banditismo das guerrilhas esquerdistas como ”justa” reação a ”ditadura reacionária” dos generais, que haviam frustrado seus anseios de comunização do país. Romances como Quarup(1967) de Antônio Callado, Bar Don Juan(1971) de Antônio Callado e O Amor de Pedro por João(1982) de Tabajara Ruas, refletiam o argumento da esquerda em favor da luta armada contra o regime. 

O Teatro de Arena de São Paulo, dominado tradicionalmente pela esfera cultural comunista, após o sucesso da peça Arena contra Zumbi, encena Arena contra Tiradentes, uma exortação explícita a luta armada que teria seu ápice no espetáculo seguinte: Primeira Feira Paulista de Opinião. Aqui tornavam-se claro a adesão, por parte de alguns autores, das proposta da guerrilha urbana: uma das peças do espetáculo, abertamente, procurava mobilizar a opinião pública para o apoio aos ensaios de luta armada em curso. Na mesma época, o TUSP(Teatro da Universidade de São Paulo), também um house office do PCB, encenou Os Fuzis da senhora Carrara, outra explícita apologia da guerrilha: no final do espetáculo, os atores colocavam fuzis nas mãos do público presente.

Já na década de 70, a estratégia esquerdista de apologia a delinquência e violência criminal na esfera cultural e de cooptação de criminosos para as atividades de militância na esfera política-partidária do Partido Comunista, sofreu um novo upgrade formidável, passando da esfera política e cultural para a esfera logística-tática. Desde o início da década de 60 no Brasil, revolucionários marxistas, animados pelo sucesso do pequeno grupo guerrilheiro de Fidel Castro em tomar o poder em Cuba, começaram a inspirar-se na teoria do ”foco guerrilheiro”, esboçado nas obras do marxista argentino Ernesto ”Che” Guevara, como Guerra de Guerrilhas(1960) e do marxista francês e companheiro de Guevara, Regis Debray, cuja obra A Revolução na Revolução(1967) é um marco desta literatura guerrilheira.

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As táticas banditistas da guerrilha urbana de Carlos Marighella foram repassadas a presos comuns dentro da prisão da Ilha Grande na década de 70.

O modelo de guerrilhas armadas passou a ser o modus operandi dos grupos armados marxistas financiados e treinados em táticas terroristas nos campos de treinamento em Cuba, que, na década de 60 em diante, passou a formar e equipar logisticamente guerrilheiros comunistas do terceiro-mundo, da Europa e dos EUA, que voltando a seus países, passaram a praticar atos terroristas para desestabilizar seus governos ”reacionários”.

No Brasil, a estratégia do foco guerrilheiro de Guevara-Debray foi adaptada para o modelo de guerrilha urbana, tendo como seu principal teórico o militante comunista Carlos Marighella, que foi esboçada em sua famosa cartilha terrorista Pequeno Manualdo Guerrilheiro Urbano(1969), que em pouco tempo tornou-se uma leitura padrão para os terroristas de grupos marxista-radicais no Brasil e em todo mundo.

Manual em poucas páginas, explica e ensina os métodos práticos que os revolucionários devem adotar no combate de guerrilhas armadas urbanas contra o ”Estado burguês”. Explica por qual motivo as cidades são melhores que as zonas rurais para operações de guerrilha e como proceder nelas. Sugere como treinar em quintais urbanos; explodir pontes e ferrovias; levantar dinheiro com sequestros para financiar as atividades da guerrilha armada, roubas agências bancárias, planejar atos terroristas e a ”liquidação física” de policiais e militares, os ”agentes da repressão”

Dizia o militante comunista brasileiro em uma das páginas do panfleto: “A acusação de ‘violência’ ou ‘terrorismo’ sem demora tem um significado negativo. Ele tem adquirido uma nova roupagem, uma nova cor. Ele não divide, ele não desacredita, pelo contrário, ele representa o centro da atração. Hoje, ser ‘violento’ ou um ‘terrorista’ é uma qualidade que enobrece qualquer pessoa honrada, porque é um ato digno de um revolucionário engajado na luta armada contra a vergonhosa ditadura militar e suas atrocidades.” 

A Ação Liberadora Nacional(ALN), o grupo terrorista liderado por Marighela e seu colega Câmara Ferreira, pôs em prática exatamente tais princípios defendidos pelo radical comunista. Os membros da ALN haviam começado a receber treinamento em táticas terroristas diretamente em Cuba a partir de 1967, ano em que a ALN iniciou suas primeiras ações. Marighella nas páginas de sua cartilha, não tem faz nenhuma restrição ao uso de táticas bandidistas, como roubos, assaltos e sequestros; muito pelo contrário: ele afirma que tais práticas devem ser adotadas para financiar as ações da guerrilha armada urbana. Uma das práticas popularizadas pela ALN, como também por outros grupos guerrilheiros armados atuantes á época no Brasil, foi o assalto a agências bancárias. 

Como diz o historiador marxista e antigo militante do PCB, Jacob Gorender em sua obra Combate Nas Trevas(1987): 

”Em dezembro do mesmo ano, a ALN começou os assaltos como finalidade de expropriação de fundos. A primeira ação–como se dizia na esquerda armada–interceptou um carro transportador de dinheiro, no bairro paulistano de Santo Amaro, á altura da horrível estátua do Borba Gato. Seguiram-se outros assaltos a agências bancárias, a expropriação do carro pagador de Massey Ferguson, a apreensão de explosivos da Companhia Rochester, em Mogi das Cruzes. A ação mais sensacional–o assalto a um trem pagador da estrada de ferro Santos–Jundiaí, a 10 de agosto de 1968. Os órgãos policiais ficam desnorteados. A técnica dos assaltos é sofisticada e o número deles se eleva de maneira assustadora.”

Prossegue Gorender em seu relato das ações bandidistas da ALN: ”Até 1967, os assaltos a agências bancárias raramente passavam de dois por ano em São Paulo e os marginais espoliavam os caixas e os clientes, ao passo que agora o objetivo é o cofre da agência. No decurso de 1968, os assaltos atingiram, na capital paulista, onze agências bancárias, cinco carros pagadores e um trem pagador, num total de dezessete. Até julho de 1969, eram atacadas mais de 31 agências bancárias e um carro pagador. O que se devia não só a ALN, mas também a outras organizações clandestinas”.

As ações da guerrilha, embora exitosas inicialmente, acabaram chamando atenção da polícia e do exército, que acabou pouco a pouco prendendo cada um de seus membros, ou liquidando mesmo alguns deles em combate, como o próprio o terrorista Marighela, que acabou morto em 1969. Mesmo com a morte do guerrilheiro e com o desmembramento da ALN, suas táticas terroristas e bandidistas seriam prosseguidas e utilizadas por organizações criminosas que começaram sua ascensão na década de 70 e 80 em diante no Brasil. 

O destino da maioria daqueles militantes comunistas, que integraram grupos terroristas de guerrilha urbana na década de 60 no Brasil, se resumiram a três: muitos foram mortos em combate com a polícia e o exército, outros buscaram exílio no exterior e alguns acabaram sendo enviados para prisões pelo regime militar. 

Em Comando Vermelho: A História Secreta do Crime Organizado(1993), do jornalista Carlos Amorim, ficamos sabendo mais á respeito dos vínculos entre os guerrilheiros presos políticos e aqueles bandidos que viriam a fundar uma das maiores facções criminosas do país: o Comando Vermelho. Uma certeza o livro de Amorim parece deixar definitivamente assentada: o Comando Vermelho nasceu da convivência entre criminosos comuns e ativistas políticos dentro do presídio da Ilha Grande, entre os anos de 1969 a 1978. Ali os guerrilheiros e militantes esquerdistas presos ensinaram aos bandidos as técnicas de guerrilha urbana popularizadas pela ALN de Marighella, que os criminosos viriam a usar em suas operações criminosas e os princípios de organização político-militar sobre os quais viria a estruturar-se o Comando Vermelho. 

Em um dos capítulos da obra diz Amorim: ”O governo militar tentou despolitizar as ações armadas da esquerda tratando-as como ‘simples banditismo comum’, o que permitia também uma boa argumentação para enfrentar as pressões internacionais em prol da anistia e contra denúncias de tortura. Nivelando o militante e o bandido, o sistema cometeu um grave erro. O encontro dos integrantes das organizações revolucionárias com o criminoso comum rendeu um fruto perigoso: O Comando Vermelho.”

Agora, não se tratava mais de incutir apenas propaganda ideológica revolucionária comunista na cabeça dos bandidos comuns como o Comintern havia ordenado na década de 30, mas de ensiná-los táticas profissionais e sofisticadas de ações bandidistas, aprendidas por militantes treinados em Cuba e outros satélites comunistas ao redor do mundo, para que estes se torna-sem terroristas profissionais. 

Tais ensinamentos, transmitidos aos bandidos comuns no presídio da Ilha Grande, tratavam á respeito de princípios de organização,  á respeito de estrutura hierárquica e disciplinação organizativa do grupo, técnicas de ”propaganda armada” muito utilizadas pelas guerrilhas urbanas, que lhes ensinaram a transformar assaltos e sequestros em espetáculos de ”protesto social”. As táticas de ações armadas, iam de realização de assaltos simultâneos em vários bancos, para desorientar a polícia, bombardeamento de postos policiais com dezenas de alarmes falsos, no dia dos assaltos planejados, planejamento e organização de sequestros, planejamento cuidadoso de ações armadas com exatidão e rapidez, de modo a obter no mínimo de tempo o máximo de rendimento, etc. Tudo isso, retirado do manual de Marighella e ensinado aos bandidos comuns, que, saindo dali, os aplicaram ao crime organizado com maestria.

Amorim relata qual tipo de literatura os militantes esquerdistas passavam aos prisioneiros comuns: nada mais do que os manuais de guerrilha mais lidos pelos revolucionários marxistas de todo o mundo á época e que serviam como guias estratégicos aos grupos terroristas revolucionários do Brasil a Ásia. A lista incluía, além do O Pequeno Manual do Guerrilheiro Urbano, de Marighela, obras como Guerra de Guerrilhas, de Ché Guevara, e A Revolução na Revolução, de Régis Débray, além de A Guerrilha Vista por Dentro, do jornalista inglês Wilfred Burchett, que ficou famoso por cobrir a guerra do Vietnã sob a perspectiva do exército comunista vietcongue. 

Reconhecendo a absorção de tal literatura revolucionária de guerrilha urbana pelos presos comuns, disse um dos antigos membros fundadores do Comando Vermelho, William da Silva Lima(conhecido também como o ”Professor”) em seu livro Quatrocentos contra um: A História do Comando Vermelho: (1994): 

”Quando os presos políticos se beneficiaram da anistia que marcou o fim do Estado Novo, deixaram nas cadeias presos comuns politizados, questionadores das causas da delinquência e conhecedores dos ideais do socialismo. Essas pessoas, por sua vez, de alguma forma permaneceram estudando e passando suas informações adiante. Sua influência não foi desprezível. Na década de 1960 ainda se encontravam presos assim, que passavam de mão em mão, entre si, artigos e livros que falavam de revolução. (…) O entrosamento já era grande e 1968, batia às portas. Repercutiam fortemente na prisão os movimentos de massa contra a ditadura e chegavam notícias da preparação da luta armada. Agora, Che Guevara e Regis Debray eram lidos. Não tardaram contatos com esses grupos guerrilheiros em vias de criação.”

Um dos militantes e guerrilheiros comunistas que ajudou neste processo de transmissão de princípios de luta armada para os bandidos foi o famigerado Alípio de Freitas. Entre 1964 e 1981, devido a suas ações subversivas e radicais, o militante comunista brasileiro Alípio de Freitas foi encarcerado diversas vezes durante o regime militar. Preso político, organizou grupos na resistência com seus companheiros e com os presos comuns que conviviam com eles nas celas. Foi essa mistura que lhe custou a fama de ser o “pai” de duas organizações criminosas que hoje viriam a aterrorizar o Brasil, que matam centenas e centenas de policias e cidadãos todo ano.

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O militante comunista Alípio de Freitas, preso durante o regime militar, passou a organizar grupos de resistência de dentro da prisão com presos comuns, como a ”Falange Vermelha”, da onde sairia o Comando Vermelho.

Em outro livro de Amorim, O assalto ao poder e a sombra da guerra civil no Brasil(2010) um dos capítulos fala sobre a atuação de Alípio dentro das prisões. Diz Amorim em uma das passagens do livro: ”Tudo o que os intelectuais queriam era resistir ao sistema penal. No meio, os presos comuns iam aprendendo a se organizar”. Continua o jornalista: ”Depois, os intelectuais foram embora e deixaram a semente. Os outros se apoderaram.” 

Uma das organizações criadas por Alípio dentro das prisões, foi a Falange Vermelha, na prisão de Ilha Grande. Seus integrantes depois escolheram outro nome, pelo qual ficaram famosos no país inteiro por suas ações criminosas: Comando Vermelho. O próprio Alípio, nunca negou sua participação em tal empreendimento que deu origem ao Comando Vermelho:

”Tenho poder de organização. Organizo grupos por onde ando. Fiz isso em todas as prisões por onde passei. Não me arrependo. Perguntem à polícia por que um grupo de malfeitores se apoderou na cadeia dos princípios da organização dos presos políticos. Primeiro, nos misturaram alegando que ambos assaltávamos bancos. Depois, mataram na cadeia todas as lideranças entre os presos comuns, os que estudaram conosco. Pensavam com isso desmantelar o CV ou o PCC. Mas deixaram os bandidos, a cadeia entregue à bicharada, unida à polícia corrompida.”

Todos os ensinamentos, princípios de organização e métodos de ação foram depois levados à prática pelo Comando Vermelho, que demonstrou possuir até mesmo um domínio mais extenso deles do que as próprias organizações guerrilheiras como a ALN e outros grupos guerrilheiros, tanto em matéria de infra-estrutura quanto na disciplina e organização internas. Como bem resumiu o assaltante de bancos Oswaldo da Silva Calil, o ”Vadinho”, que testemunhou tudo de perto na Ilha Grande, “os alunos passaram a professores”.

Falando sobre o crescimento gigantesco do Comando Vermelho, indo muito mais longe que seus mestres guerrilheiros jamais foram, William Lima da Silva, citado na página 255 do livro de Amorim, afirma: 

“Conseguimos aquilo que a guerrilha não conseguiu: o apoio da população carente. Vou aos morros e vejo crianças com disposição, fumando e vendendo baseado. Futuramente, elas serão três milhões de adolescentes, que matarão vocês [a polícia] nas esquinas. Já pensou o que serão três milhões de adolescentes e dez milhões de desempregados em armas?”.

Nos anos 80, com a alta-cultura letrada e produção artística do país já completamente dominada pela ideologia bandidista plantada em nossa literatura desde á década de 30 e com os grandes jornais do país também já adotando uma campanha de demonização da polícia, o Comando Vermelho crescia sem parar. 

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Em São Paulo, na década de 90, surgiria o Primeiro Comando da Capital(PCC), que em poucos anos se transformaria na mais temida e poderosa organização criminosa do Brasil.

Para piorar os presos de São Paulo se misturaram com os do Rio de Janeiro e a convivência levou à fundação, em 1993, de outra facção criminosa que viria a dominar o mercado de drogas no país: o Primeiro Comando da Capital(PCC). No início de 2000, após rebeliões simultâneas em presídios, alguns líderes do PCC, entre eles Marco Camacho, o Marcola, foram transferidos para o Rio de Janeiro. No Rio, Marcola manteve contatos e construiu relações com o Comando Vermelho, a época já extremamente organizado, aprimorando a organização do PCC. 

O PCC começou como uma espécie de sindicato de criminosos, surgido para protestar contra a ”violência do sistema carcerário”, em decorrência do Massacre do Carandiru ocorrido em 1992, e evoluiu para se tornar maior organização criminosa a controlar o tráfico de drogas no Brasil. De presos organizados passaram para o crime organizado, liderando ações como tráfico de drogas e de armas, contrabando, roubo a bancos e seqüestros de dentro dos presídios, onde dali, Marcola começou a construir seu império do crime.

Os passos percorridos pelos bandidos, desde sua fundação até hoje, são descritos no livro Laços de Sangue: a história secreta do PCC (2017), do procurador Marcio Sergio Christino e do jornalista Claudio Tognolli. Christino é um dos principais investigadores das ações do PCC e narra os resultados de suas pesquisas e fatos dos quais é testemunha. Um dos pontos do livro é mostrar como Marcos Willians Herbas Camacho, o ”Marcola”, se consolidou como o ”poderoso chefão” da organização criminosa. Outro ponto do livro, mostra como a facção criminosa também tem débitos com a esquerda revolucionária marxista, assim como o Comando Vermelho. 

Em 2002, o guerrilheiro integrante do grupo terrorista chileno marxista MIR(Movimento Izquierda Revolucionária), Mauricio Hernandez Norambuena, preso pelo sequestro do publicitário brasileiro Washington Olivetto, foi enviado para o mesmo presídio de Marcola, na cidade paulista de Presidente Bernardes.

Norambuena, guerrilheiro treinado por Cuba para realização de ações de guerrilha na América Latina, transformou-se no “Guru” de Marcola. O terrorista chileno ganhou o status de professor para Marcola, devido aos ensinamentos em formação de guerrilha urbana que transmitiu ao criminoso brasileiro. Segundo Christino, o convívio de Marcola com Norambuena mudou de forma definitiva o modelo de ação do PCC, que passou a se organizar sob os mesmos princípios organizativos de grupos terroristas guerrilheiros da esquerda radical. Graças as táticas aprendidas com o mestre, o PCC se transformaria num das mais temíveis, poderosas e perigosas facções criminosas do país.

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O terrorista do grupo de extrema-esquerda chileno MIR, Mauricio Hernandez Norambuena, transformaria-se no ”guru” do líder do PCC: Marcola.

Ressoando a fraseologia e vocabulário revolucionário esquerdista, diz o Estatuto do Primeiro Comando da Capital”Aquele integrante que for para rua tem a obrigação de manter o contato com a Sintonia da sua quebrada ou da quebrada que o mesmo estiver. Estar sempre a disposição do Comando, a Organização necessita do empenho e união de todos os integrantes. Deixamos claro que não somos sócios de um clube e sim integrantes de uma Organização Criminosa, que luta contra as opressões e injustiças que surgem no dia a dia e tenta nos afetar. Sendo assim, o Comando não admite acomodações e fraquezas”.

Em um artigo publicado em uma espécie de blog online do PCC, o texto tece elogios chorosos a Marighella, crítica a ”opressão da polícia e do sistema penal”, exalta a guerrilha armada e chega até mesmo a indicar em um link a leitura do Pequeno Manual de Guerrilha Urbana. Diz o texto, recheado com o vocabulário e jargões esquerdistas:”Primeiro: em memória dos heroicos combatentes e guerrilheiros urbanos que caíram nas mãos dos assassinos da polícia militar, instrumentos odiados do repressor sistema de injustiça que existe em nosso país.”

Graças ao ensinamentos do guru terrorista chileno em táticas de guerrilha urbana, o PCC se transformou numa organização de dominação política que conseguiu não somente causar medo na população mas até mesmo confrontar e quase desestabilizar um Estado inteiro, algo que a guerrilha urbana de Marighela nunca conseguiu. 

Em maio de 2006, o PCC provocaria uma das maiores ondas de violência já registradas na história do país. Iniciada na noite de 12 de maio, a onda de atentados contra forças de segurança e alvos civis teve início em São Paulo, por ordem da facção criminosa. A onde de violência começou com uma série de rebeliões nos presídios de São Paulo e terminou por alcançar as ruas de São Paulo. Ao final, a onda de violência do PCC causou 564 mortes no total. De acordo com investigações da inteligência do Ministério Público (MP) de São Paulo á época, Norambuena teria incentivado os membros da organização criminosa a atacar agências bancárias para ‘‘desestabilizar a ordem financeira” durante os atentados naquele ano.

Desde o ano em questão, começaram a surgir os primeiros indícios que apontavam a existência de relações da facção criminosa com o Partido dos Trabalhadores. A polícia de São Paulo a época dos ataques em maio de 2006, com autorização da Justiça, conseguiu interceptar conversas entre lideranças do PCC. Nessas conversas, os criminosos discutem a estratégia dos ataques e falam que todos os agentes penitenciários e políticos devem ser atacados, exceto aqueles do PT. Nos diálogos, a facção diz que o alvo preferencial deveriam ser políticos do PSDB, a época o partido que governava o Estado de São Paulo com Geraldo Alckmin e que coincidentemente estava na corrida presidencial contra Lula.

A época a suspeita de que os ataques do PCC em São Paulo tinham a intenção de favorecer o PT e prejudicar Alckmin chegou a ser levantada e até mesmo um inquérito chegou a ser instaurado em São Paulo para apurar o suposto envolvimento de integrantes do PT com o PCC. O secretário da Segurança Pública de São Paulo á época dos ataques, Saulo de Castro Abreu Filho, afirmou que existiam inquéritos que apontam para uma ”correlação” entre o PT e o PCC.

No ano de 2005, a Polícia Militar de Dracena (SP) descobriu, por meio de escutas telefônicas, que pelo menos um integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Vale do Paraíba deu várias palestras à membros do PCC sobre como organizar a manifestação de parentes de detentos ocorrida no dia 18 de abril daquele ano, que reuniu 8 mil pessoas em frente à Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo.

Em 2006 ainda, a Revista Veja publicava uma matéria, revelando conversas, de supostos integrantes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital recomendam voto no então deputado federal e ex-presidente do PT Genoíno. Em 2014, surgiram novamente casos que ligam figuras do PT ao PCC, como o caso do então deputado estadual petista de São Paulo, Luiz Moura, que foi flagrado por policiais em uma reunião com sindicalistas na garagem de uma cooperativa na qual também estavam dezoito membros da facção criminosa. A reunião foi descoberta quando Policiais do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) apuravam os ataques a ônibus na cidade.

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No ano de 2006 o PCC orquestraria uma série de atentados no país, que vitimaram centenas de civis e policias. Também foi no mesmo ano que começaram a surgir indícios do envolvimento da facção com o Partido dos Trabalhadores.

Décadas depois do encontro entre militantes e presos políticos esquerdistas do regime militar e os presos comuns da Ilha Grande, hoje, o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho dominam o mundo do crime no Brasil. Ambos os grupos, surgidos apenas como uma espécie de pequenos sindicatos de criminosos ”pé-de-chinelo” na prisões, transmutaram-se em mega organizações criminosas, que disputam o controle do mercado de drogas no Brasil, aterrorizaram a população das favelas, matam centenas e centenas de cidadãos e policias todo ano e conseguem fazer até mesmo frente ao poder de fogo do Estado. 

Com o tempo, as organizações se internacionalizaram; hoje possuem relações com os maiores cartéis drogas na América-Latina e até mesmo com organizações terroristas islâmicas, como o libanês Hezbollah, que atualmente contrabandeia armas para o PCC e o Comando Vermelho e também está envolvido com o tráfico de drogas para financiar suas atividades terroristas. 

Graças á décadas e décadas de influência na produção cultural nacional por parte de escritores e intelectuais comunistas, que desde á década de 30 já produziam uma literatura de exaltação e idealização do banditismo, a ideologia do ”bom-bandido” já se tornou o lugar comum na cultura de nossa elite letrada. Podemos vê-la onipresente em romances, peças de teatro, programas, séries de TV, obras cinematográficas, em livros didáticos e principalmente na grande mídia de nosso país, hoje a maior propagadora de ódio contra ações da polícia e por isso mesmo detestada pela massa do povo brasileiro, a maior e única verdadeira vítima em nosso país, que todo ano vê morrer 60 mil de seus compatriotas pelas mãos do crime.

Saindo da esfera cultural letrada, a ideologia do ”bom-bandido”, passando da pura e simples doutrinação político-ideológica para a formação de novos militantes para o Partido Comunista, evoluiu  para uma organização que possuí uma rede gigantesca e milionária do crime, que hoje possuí tentáculos em todo o território brasileiro e até mesmo fora dele. Tudo isso graças aos ensinamentos sofisticados que lhes foram passado por seus mestres e gurus guerrilheiros. 

Quando a esquerda finalmente chegou ao governo federal com a eleição de Lula em 2002, todo esse trabalho cultural que começara na década de 30 e se estende até os dias de hoje, e logístico iniciado na década de 70 na Ilha Grande, já estava maduro e mostrava seus frutos.

A produção cultural e a classe letrada de nosso país(intelectuais acadêmicos, escritores, romancistas, artistas e jornalistas) já era totalmente dominada pela ideologia do ”bom-bandido” e o PCC e o Comando Vermelho já haviam se constituído nas maiores organizações criminosas do país. Com a chegada ao poder, a única coisa que faltavam a esquerda; o domínio da máquina estatal em mãos, foi conquistada. Com isso em mãos, a esquerda passou a atuar então para dar toda a proteção legal aos criminosos, amarrando as mãos da polícia e dando aos bandidos cada vez mais benefícios em lei e garantindo penas cada vez mais brandas, enquanto policiais, por mais que agissem de maneira correta e não fizessem mal a nenhum inocente, eram tratados por nossos esquerdistas no parlamento como ”truculentos”, ”fascistas” e até mesmo ”racistas”.

Com a ideologia bandidista dominante na cultura nacional, com a formação e treinamento de grupos criminosos comuns em táticas sofisticadas de guerrilha e terrorismo urbano, com a proteção legal a criminalidade e com uma vasta campanha de demonização e ataques a polícia, o resultado não poderia ser outro: 60 mil homicídios por ano. 

A esquerda é claro, sempre nega tudo, falando que tudo não passa de ”armação” e ”calúnias” para prejudicá-los e que de modo nenhum tenha vínculos com o crime organizado. Na realidade não precisamos de nenhuma confissão escrita para constatar aquilos que os fatos comprovam por si só: a esquerda é a mãe do crime organizado em nosso país. 

Recentemente, como mencionado no início deste artigo, notícias que comprovam cabalmente os vínculos e ligações do PT com o crime organizado voltaram a aparecer nos jornais, com o caso do áudio do líder do PCC criticando a política ”linha-dura” do Ministro Sérgio Moro nos presídios federais contra a facção e tecendo elogios ao PT, com quem afirmou que”Tinham um diálogo cabuloso”.

E que diálogo para lá de ”cabuloso” são esses como vimos até aqui não é mesmo?

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