Nova pesquisa nos EUA revela hegemonia ideológica da esquerda entre professores

Professores americanos doaram mais para democratas do que para republicanos de acordo com pesquisa.

Nos EUA acaba de ser publicado um novo estudo que rastreia as preferências político-ideológicas de professores do país. O estudo foi realizado pelo diretor de pesquisa da Academia Heterodoxa, Sean Stevens, e do professor da faculdade de Brooklyn, Mitchell Langbert, e constatou a ausência de diversidade e pluralismo ideológico entre professores do país e a predominância do pensamento mais alinhado a pautas “progressistas”. As informações são do Zero Hedge.

Nas faculdades americanas, já era bem sabido que a maioria dos professores se identificam como ”progressistas”(ou “liberal’s” na linguagem política americana). Agora, a pesquisa de Sean Stevens e Mitchell Langbert apenas confirmou às suspeitas.

Ao revisar os registros da Comissão Federal de Eleições, os autores do estudo afirmaram que descobriram que o número de professores que doaram para campanhas de candidatos democratas é muito maior dos que doaram para candidatos republicanos.

Os pesquisadores analisaram 2.301 doações políticas e descobriram que do total, 2.081 foram para democratas e apenas 22 para republicanos. Apenas nove professores deram a ambas as partes.

Um outro estudo constatou que os democratas superavam os republicanos em uma proporção de 10 a 4. O professor associado de gestão de negócios Mitchell Langbert analisou as afiliações do partido de 8.688 professores em 51 das 60 principais faculdades de artes liberais listadas no ranking do US News e do World Report em 2017.

Os estudos citados só confirmam as críticas feitas a muito tempo sobre a ausência de diversidade ideológica dentro das universidades americanas. Alguns acadêmicos(professores e estudantes) muitas vez agem de modo a patrulhar ideologicamente colegas dentro dos campus universitários, fato que tem ganhado cada vez mais repercussão e gerado debates no país. 

Em um incidente na Universidade Estadual da Califórnia, onde o professor assistente de saúde pública Greg Thatcher é exibido em um vídeo limpando as declarações pró-vida escritas em giz por membros da Fresno State Students for Life.  

Outro episódio de censura ideológica se deu no confronto entre a professora associada de estudos feministas Mireille Miller-Young com ativistas pró-vida no campus da Universidade da Califórnia em Santa Barbara. Miller-Young levou seus alunos a atacar a tela pró-vida, roubando a tela e, em seguida, colocando a bateria em uma das jovens. 

A professora acabou condenada e sentenciada pelo crime. No entanto, mesmo com a conduta de Miller-Young no sentido de coibir á liberdade de expressão dentro do campus universitário, a faculdade ainda assim apoiou esmagadoramente a professora e a universidade decidiu não impor nenhuma disciplina significativa. Os professores e os defensores dos estudantes atacaram os advogados pró-vida e um até se referia a eles como “terroristas” que não mereciam liberdade de expressão. A professora, mesmo sentenciada, não foi demitida e chegou até a ser homenageada por professores e alunos.

Um estudo recente de Harvard descobriu que apenas 35% dos estudantes conservadores se sentiam livres para compartilhar suas opiniões dentro do campus. Esse efeito assustador é o resultado não apenas da hostilidade aberta a vozes conservadoras no campus, mas também de uma impressionante falta de diversidade entre os acadêmicos em termos de ideologia.

O estudo dos professores pode ser lido na íntegra(em inglês) clicando-se aqui.

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