Marcelo Freixo: o verdadeiro esgoto do sistema político

Um rápido dossiê do queridinho da esquerda radical do Leblon.

ocês obviamente conhecem o personagem que dá título a este texto. Marcelo Freixo é deputado do PSOL pelo Rio de Janeiro. Como tal, é o queridinho número um da esquerda caviar, dos socialistas endinheirados, dos humanistas que querem salvar a humanidade e odeiam seus semelhantes que pensam diferente.

Não é só o fã clube de Freixo que esbanja hipocrisia. Ele também é um hipócrita de marca maior. Vejam a sua busca incessante dos possíveis mandantes do assassinato de Marielle Franco e, ao mesmo tempo, ter criticado o ”linchamento” de Adélio Bispo, que tentou assassinar o Presidente Jair Bolsonaro durante a corrida eleitoral de 2018. O próprio Adélio aliás era filiado ao PSOL, fato que foi comprovado mas que estranhamente foi negado por Freixo. Quando o crime envolve os companheiros de revolução, indignação total. Quando é contra os “inimigos fascistas”, pera aí meu povo, não deve linchar o terrorista não.

Essa figura patética impressiona pela falta de atributos morais e intelectuais. O que difere Freixo de qualquer militante semianalfabeto repetidor de chavões anticapitalistas e anticristãos? O que Freixo fez de relevante pelo povo carioca e brasileiro em sua atuação parlamentar. A resposta é óbvia: rigorosamente nada. Sua bajulação pelo beautiful people carioca é nada mais que a identificação de um modelo semelhante a todos os seus integrantes.

Ainda assim, Freixo quer ser o paladino da ética e da moral. Quer ser o anti-establishment bonzinho de esquerda frente ao sistema corrupto de direita – ao menos ele pensa que as coisas são assim. Porém, uma rápida pesquisa em sua biografia atesta uma quantidade de podres de fazer inveja a Sérgio Cabral e tutti quanti. Vamos aqui falar de um por um e mostrar quem de fato é Marcelo Freixo.

Em 2012 o PSOL teve dois candidatos barrados pela Justiça em razão da Lei da Ficha Limpa. Um deles atendia pelo nome de Rosemberg Alves do Nascimento, o Berg Nordestino, acusado de ter ligação política com um integrante de um membro da milícia carioca da Zona Norte. O outro era Valdinei Medina Machado da Silva, o Dinei, um líder comunitário condenado por roubo em 2005, tendo cumprido a pena por dois anos por assalto a mão-armada. Berg Nordestino teve expulsão imediata pelo PSOL. Já Dinei não só permaneceu no partido como teve defesa pública de Marcelo Freixo – na época candidato a prefeito do Rio de Janeiro.

Como disse Freixo ao O Globo em 2012 durante a corrida eleitorial: ”Conheci o Dinei no período em que trabalhei dando aula dentro do sistema penal, onde atuei por 25 anos. Esse é um caso distinto, e minha posição é de que é preciso garantir aos egressos do sistema penal a chance de ressocialização. O Dinei é um exemplo, ele trabalha, atua na comunidade e não teve mais problema com a Polícia ou a Justiça. Ele não será afastado do PSOL. O caso de Berg é diferente por ele ter uma ligação com um miliciano”.

Em outra entrevista na época, desta vez a revista Veja, Freixo reverberou o que já tinha dito sobre o caso: ”Dinei merece nosso estímulo porque há preconceito com os egressos do sistema penitenciário. Ele é uma liderança comunitária e só se tornou presidente da associação de moradores do Chapéu Mangueira depois da instalação da Unidade de Polícia Pacificadora, a UPP”.

É isso mesmo que vocês leram, meus caros: um psolista condenado por roubo que recebeu total apoio e defesa de Marcelo Freixo. O paladino da ética, que aponta o dedo para os ladrões de colarinho branco, esquece de todos os pudores morais para defender seus ”companheiros” porque, porca miseria, é um condenado a roubo que se regenerou. Tal constatação vinda do próprio Freixo merece tanto crédito quanto a afirmação de Lula de que ele próprio era uma alma sem pecados.

Outro companheiro de sigla que recebeu apoio de Freixo foi o psolista anti-semita Babá. O militante radical do PSOL foi parar nas manchetes de jornais por incendiar em público uma bandeira do Estado de Israel, acusando o país de ser “nazista” (sic), durante um ato público em defesa da Palestina. O vídeo registrando a cena gerou revolta nas redes sociais a época. Mesmo com a clara manifestação de ódio contra a comunidade judaica, nem Freixo ou qualquer membro do partido se manifestou pela expulsão de Babá, que concorreu para vereador com apoio de Freixo em 2012 no Rio de Janeiro.

Freixo discordou da ação do colega mas minimizou logo em seguida dizendo que Babá era um “militante combativo”, e que ser contra o governo de Israel não é o mesmo que ser “contra o país”– como se a bandeira queimada não fosse a bandeira da nação israelense. Em 2009 o PSOL chegou a organizar um ato contra Israel e frequentemente ataca a nação, o sionismo e defende o terrorismo palestino.

Imaginem se fosse algum militante de direita apoiador de Bolsonaro queimando a bandeira de Israel em público? O que diria Freixo e o PSOL? Certamente iam acusar a direita, Bolsonaro, liberais, conservadores, cristãos, Deus e o mundo de “nazismo”. Mas como o ato anti-semita partiu de um militante do partido, “tudo bem” para a moral de Freixo e do PSOL.

As relações de Freixo com grupos de extrema-esquerda também são notórias, e vieram a tona durante as manifestações de 2013 com o radicalismo da esquerda nas ruas. As manifestações do ano em questão marcaram época. O povo brasileiro foi às ruas mostrar a insatisfação crescente com o establishment de Brasília e a estagnação econômica que era um presságio da derrocada mais tarde observada. De uma hora para outra, o povo tomou as ruas motivado pelos aumentos nas passagens de ônibus, no que virou uma revolta contra os gastos da Copa do Mundo e a situação em geral do país.





Em 2013 vieram á tona indícios de ligação entre o então deputado estadual Marcelo Freixo com o grupo de extrema-esquerda Black Block, apoiado á época pelo PSOL.

A esquerda brasileira viu nos protestos a oportunidade perfeita para aplicar a velha dialética do movimento revolucionário de bater com as duas mãos: acusava o governo petista de direitismo com a intenção de sufocar as possíveis vozes liberais e conservadoras, e em seguida usar das reivindicações populares para aumentar o tamanho e o poder do Estado em posse da esquerda petista. A tentativa era a coisa mais clara do mundo para quem percebeu as bandeiras do PSOL, do PSTU e do PCO nas manifestações.

Quando percebeu que a sua tentativa falhou miseravelmente e a ameaça de uma revolta mais ampla contra a ordem vigente, a esquerda partiu para esvaziar as manifestações. Aí é que entram os black blocs – e por tabela entra Marcelo Freixo também.

Os black blocs tomaram as manifestações com o objetivo de assustar o povo e manda-lo de volta para casa. Por tabela foi uma ótima oportunidade de divulgar os ideais da extrema esquerda psolista. As desculpas eram sempre as mesmas: luta contra o sistema, contra o capitalismo opressor e em busca da tão sonhada revolução. Violência em doses altíssimas sempre foi o modus operandi dos radicais extremistas, tanto nas manifestações de 2013 tanto nas de 2016 – essas com muito menos gente e partidarizadas em revolta pelo impeachment de Dilma Rousseff.

Já em 2014, o cinegrafista Santiago Andrade foi assassinado por um rojão disparado por um dos black blocs. Santiago teve o azar de estar cobrindo um confronto entre os bandidos radicais e a polícia, e também de ter sofrido o ataque na cabeça, morrendo pouco depois. Foi um crime barbado cometido pelos bandidos encapuzados.

Se o grupo radical pregava a anarquia e pautas politicamente de esquerda, quem vocês acham que estava por trás de tudo? A Veja descobriu a época das manifestações que partidos de extrema-esquerda como o PSOL e PSTU além do PT estavam coordenando as manifestações vandalistas. Dizia a reportagem: ”Um levantamento realizado pelo site de VEJA nos registros partidários do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que 61 dirigentes filiados a PSOL, PSTU e PT comandam sindicatos responsáveis pelo financiamento de manifestações que tiveram participação de black blocs no Rio de Janeiro. A ajuda financeira dessas organizações sindicais foi relatada por testemunhas e investigados na Operação Firewall da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI)”.

E continua a reportagem: ”Dos quarenta dirigentes do Sindsprev, pelo menos dezoito são filiados ao PSOL, o que inclui os três sindicalistas no comando da secretaria de finanças. E recursos do sindicato já foram utilizados em campanhas do partido, de acordo com gravações de conversas telefônicas flagradas da deputada estadual Janira Rocha (PSOL), ex-diretora do Sindsprev. Janira, aliás, nunca pareceu se preocupar com sua ligação com os vândalos mascarados. Há duas semanas, ela ajudou a advogada Eloisa Samy, uma das ativistas com mandado de prisão preventiva expedido por organizar atos violentos, a fugir de cerco policial no Consulado do Uruguai no Rio de Janeiro. Outros cinco dirigentes do Sindsprev são do PCdoB”.

Um pouco antes, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) aprovou em setembro de 2013 uma lei para proibir o uso de máscaras em protestos. Adivinhem quem votou contra o projeto de lei? Marcelo Freixo. E ele ainda teve a cara de pau de relativizar o terrorismo promovidos pelos black bloc. Perguntado sobre o que achava da ação violenta do movimento, Freixo se limitou a dizer: ”Vários movimentos têm vários métodos distintos. Eu não sou juiz para ficar avaliando os métodos em si. […] Tem uns métodos que eu acho que são mais eficientes, tem outros que eu acho que são menos. […] Eu acho que qualquer movimento que visa a construção de uma sociedade mais justa é válido”.

Freixo tentou se passar por grande mente iluminada e isenta, mas a sua fala foi esclarecedora – mais até do que se ele tivesse admitido apoio explícito aos bandidos terroristas. Por ela chegamos a três inescapáveis conclusões:

1) Que Freixo se julga incapacitado para falar de todo e qualquer movimento, de comunistas até fascistas;

2) Que o único fator para julgar como bom ou mau um movimento é a eficiência, seja ela o que for;

3) Que a simples defesa de uma sociedade mais justa valida qualquer movimento que seja, mesmo quando ele carrega uma morte nas costas;

O socialista do PSOL caiu nas graças da esquerda chique por seus ataques constantes a polícia militar e defesa de leis brandas para criminosos.

Edilson Silva, membro da executiva nacional do PSOL, colocou no site do partido um artigo que conclamava o ”diálogo” com os black blocs, não vendo nenhum problema nas táticas terroristas do grupo. Dizia ele no artigo: ”[…] Para quem pretende mudar o mundo de verdade, não deve parecer utópico ou ingênuo demais querer ver os movimentos e partidos da esquerda coerentes, como o PSOL, dialogando com a tática Black Bloc, respeitando todas as táticas e o máximo possível as sensibilidades mais positivas da opinião pública e da consciência das massas, respeitando-a e sem capitular a ela, como defendia Lênin; ou disputando a hegemonia, como teorizava Gramsci, fazendo desta consciência social mais um aliado na construção de uma sociedade mais próxima da que precisamos. Talvez esteja aí o nosso desafio nesta questão da tática Black Bloc”. No dia seguinte à morte do cinegrafista Santiago, o artigo foi retirado do ar.

Também foi descoberto que o black bloc que acendeu o rojão que vitimou o cinegrafista era ligado a Freixo, á época deputado estadual do Rio de Janeiro. O estagiário Marcelo Mattoso que prestou assistência jurídica a Fábio Raposo, preso por confessar ter entregado a outro homem o rojão que atingiu e matou o cinegrafista, afirmou que Raposo disse que o homem que matou o cinegrafista era ligado a Freixo.

Um documento do inquérito aberto á época dizia: “O estagiário Marcelo Mattoso, inquirido, disse que na data de hoje trabalhava como estagiário do Dr. Jonas Tadeu, durante a formalização do cumprimento do mandado de prisão de Fábio Raposo. Que logo após Fábio Raposo ter chegado à delegacia, recebeu em seu celular pessoal duas ligações de uma ativista e manifestante que se identificou como Sininho. E que ela perguntou se o advogado estava precisando de ajuda, pois teria advogados criminalistas à disposição. E que estaria indo com um grupo de manifestantes para a porta da delegacia para se manifestar como ativistas”.

Em seguida o estagiário passou o telefone para o advogado Jonas Tadeu. Segundo a declaração, ”a ativista informou ao advogado que o rapaz que acendeu o artefato que atingiu o jornalista era ligado ao deputado estadual Marcelo Freixo”. Em seguida, aparece uma frase truncada no documento. O texto diz que ”o deputado teria à disposição de Fábio Raposo, caso ele precisasse”.

Freixo é claro negou tudo mas outros indícios também apontavam claramente para seu envolvimento com os black blocs. Um ex-assessor parlamentar de Freixo, o advogado Thiago de Souza Melo comandava a ONG Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH), que prestava assessoria jurídica gratuita a pessoas que foram presas durante as manifestações de 2013 por vandalismo e outros crimes. Em outubro de 2013, um dos clientes atendidos pela entidade do assessor de Freixo era ninguém menos que Fábio Raposo.

Freixo continuou negando qualquer vínculo com o responsável pela morte do cinegrafista. Com a escalada da violência dos black blocs e com a morte de um membro da imprensa, Freixo e o PSOL tentaram se desvincular do grupo, que já passava a ser visto de maneira negativa pela população. Mesmo com a tentativa de se ”afastar” do grupo radical quando este já perdia apoio, ficou claro o apoio inicial que os psolistas deram ao vandalismo e terrorismo promovido pelos black blocs.

São tantas as provas e os indícios do envolvimento do PSOL de Marcelo Freixo com os terroristas black blocs que é muito difícil acreditar que o mesmo não tinha vínculos com o grupo terrorista. Será que Marcelo Freixo não sabia de nada como disse? Pouco provável e difícil de acreditar. Como reagiria Marcelo Freixo se a direita brasileira tivesse sob a sua batuta uma milícia armada, pronta para agir quando lhe for conveniente e carregasse uma morte nas costas? Será que ele iria dizer que não era juiz para avaliar os métodos dos movimentos?

São perguntas até hoje não respondidas. Mas o fato de seu partido ser ligado aos black blocs e ele ter votado contra a proibição de máscaras em manifestações – uma lei prejudicial aos bandidos revolucionários – diz tudo. Freixo tem culpa no cartório. E muito a explicar.

Sobre o apoio de Freixo e o PSOL a criminalidade, sempre exigindo leis brandas para com criminosos e traficantes mas leis cada vez mais severas e punitivas para a polícia, não é segredo que esquerda brasileira tem conexões históricas com o banditismo e fez apologia à delinquência por diversas vezes, é coisa que não surpreende a ninguém – tenho um artigo escrito sobre o tema. Mas Freixo vai além da simples apologia.

Vejam o que Freixo disse em um artigo publicado no O Globo, onde faz críticas as políticas encarceramento: ”É comum confundir justiça com vingança no Brasil. Nas ruas, esse sentimento faz com que pessoas agridam um adolescente, tirem sua roupa e o prendam pelo pescoço a um poste, improvisando um pelourinho. Nos tribunais, ele fortalece a cultura do encarceramento, de quanto mais tempo preso melhor, da não concessão de benefícios a detentos que deveriam recebê-los. Não é à toa que nossas penitenciárias estão superlotadas e são centros de violações”.

Em outra declaração em favor do banditismo, o psolista chegou abertamente a propor nada menos que a anistia para menores infratores. Isso mesmo, anistia para criminosos! Freixo e seus eleitores da esquerda chique da zona sul carioca, são aqueles defensores do credo do “coitadismo penal” para menores infratores, usando-se sempre da desculpa que são “pobres” jovens negros da periferia “vítimas” da desigualdade social “racista” e portanto não podem ser punidos por seus atos criminosos. Errado para eles sempre está a “polícia fascista“.

No episódio do sequestro na ponte Rio-Niterói, ocorrido em agosto de 2019, ficou escancarado de qual lado está a esquerda psolista. Quando o sequestrador do ônibus, que ameaçava matar todos os passageiros a bordo, foi morto na bem-sucedida operação da polícia, o que os parlamentares do PSOL fizeram? Criticaram a ação da polícia e a reação do governador Wilson Witzel, que comemorou o sucesso da operação que salvou vidas inocentes.

A polícia matar um criminoso e ainda ser saudada pelo governador e pela população? Que coisa horrível! Freixo, como era de se esperar, também atacou Witzel, criticando a comemoração do governador –tlvez ele preferisse que Witzel chorasse por esta “vítima” da sociedade.

Ou seja: os criminosos impõem o terror organizado à população, matam 60 mil pessoas anualmente, destroem a vida de tantas outras com o tráfico de drogas e controlam favelas inteiras, mas a polícia ou o cidadão reagir a esse quadro horripilante é que é errado. Nitidamente o lado da população e do cidadão de bem trabalhador não é de Freixo.

A lógica do PSOL é muito simples: resolução da criminalidade pela melhoria das condições econômicas da população. É o dinheirismo marxista puro e simples. Porém, se a condição econômica fosse fator determinante para a delinquência criminosa, não haveria o crime do colarinho branco, não veríamos tantos políticos, empresários e burocratas ricos e brancos – os supostos privilegiados – na cadeia.

O fator determinante para o crime é a moral individual – ou mesmo a falta dela. Os padrões morais ditam a norma dos indivíduos e a probabilidade do crime imperar ou não. Ora, em um país com uma agressiva agenda de secularização do Estado, da política e da cultura – somada ao louvor do crime e do banditismo – em contraposição às raízes católicas e conservadoras da população, como não haveria o crescimento exponencial do crime no Brasil? Marcelo Freixo finge que não sabe de nada disso. No mínimo é um fingindo irresponsável.

Freixo e o PSOL sempre apoiaram o radicalismo socialista, sendo o partido defensor notório de regimes ditatoriais de extrema-esquerda.

Outro fato que escancara ainda mais a hipocrisia e seletividade moral de Freixo é a vista grossa que este faz para o apoio de seu partido a regimes ditatoriais socialistas, como a Venezuela, Cuba e Coréia do Norte. Freixo, assim como toda a esquerda brasileira, adora sempre relembrar a ”ditadura militar”, falar em defesa da ”democracia” e denunciar o “fascismo” imaginário de Bolsonaro, mas curiosamente se cala para o apoio descarado que o PSOL presta a regimes totalitários de esquerda sem nenhuma vergonha.

Após a morte do ditador Hugo Chávez, saudado pela psolista Luciano Genro como o ”comandante da revolução bolivariana”, o partido deu apoio total e sem reservas ao seu sucessor Nicolás Maduro, mesmo com as inúmeras denúncias de violação de direitos humanos contra seu regime ditatorial na Venezuela. Um grupo de parlamentares e dirigentes do PSOL, entre os quais Ivan Valente, Luciano Genero e Randolfe Rodrigues, chegou até mesmo a viajar para a Venezuela para reiterar apoio a ditadura de Maduro, com direito a foto e tudo mais.

Em 2 de março de 2014, 21 dias antes de 34 estudantes e outros manifestantes morrerem em confronto com a polícia bolivariana de Maduro, o PSOL divulgou uma nota em seu site afirmando que apoiar Maduro era um ato pela ”legalidade” e pela ”democracia”. Outra ditadura socialista xodó da esquerda psolista é a ditadura cubana, também exaltada por políticos e dirigentes do PSOL sem nenhuma vergonha.

Recentemente, a deputada do PSOL, Talíria Petrone, rendeu elogios ao ditador comunista Vladimir Lênin, exaltado pelo PSOL como um ”grande líder revolucionário”. Outro deputado do partido, Brizola Neto(PSOL-RJ), rendeu uma homenagem na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro a ninguém menos que Kim Jon-Un.

Nada disso mereceu qualquer repúdio por parte de Freixo aos seus companheiros do PSOL, embora jure que ”defende a democracia”. Já ouvimos essa história várias vezes…

Eleito deputado federal, Freixo têm atuado no Congresso para barrar qualquer medida de endurecimento da legislação penal. O pacote anticrime do Ministro Sérgio Moro tinha entre seus pontos uma ideia que tornou-se lei, a MP n° 885, que facilitava o confisco e a venda de bens apreendidos de traficantes de drogas. A MP foi aprovada na Câmara e no Senado, em mais uma tentativa do presidente Bolsonaro e sua equipe de governo em diminuir a criminalidade – um dos pontos mais importantes de sua campanha.

Advinha quem optou por obstruir a proposta? Sim, a bancada do PSOL, capitaneada por Marcelo Freixo. Em mais uma demonstração de fiel apoio ao banditismo, o partido que já nasceu delinquente deu mais um tapa na cara da sociedade brasileira e ficou contra as suas mais altas aspirações.

Como deputado federal, Freixo atuou para deformar o texto do pacote anti-crime do Ministro Sérgio Moro.

A explicação partiu para o tecnicismo jurídico: a MP era inconstitucional, foi apressada demais, etc… Em momento algum houve apoio do partido à iniciativa do Presidente Bolsonaro e do Ministro Moro. Muito pelo contrário. Os Marcelos Freixos e as Talírias Petrones sempre partiram para a difamação dessa e de outras propostas do pacote anticrime – para depois cobrar diálogo do governo.

Moro tem total credibilidade e apoio da população. Em sua passagem pelo ministério da Justiça e da Segurança Pública, os índices de criminalidade – assassinatos, roubos e afins – caíram vertiginosamente. Esses resultados são frutos das políticas de Moro e Bolsonaro, que sempre são atacadas pela esquerda brasileira. Marcelo Freixo não fugiu à regra. Acompanhou o PSOL na obstrução e nos ataques às políticas de Segurança Pública do governo.

Freixo também é garoto-propaganda da narrativa mentirosa e ficcional de que o ex-presidente Lula foi condenado “sem provas” e que sofreu uma condenação “política”. Seu partido sempre foi conhecido como linha auxiliar do PT – em conjunto com todas as outras agremiações de esquerda – e, agora que o seu maior símbolo saiu da cadeia, parece ter perdido a vergonha para defendê-lo. O PSOL, surgido em 2005 durante o escândalo do Mensalão no primeiro mandato de Lula, sempre tentou posar de esquerda ”limpinha” e ”crítica” do PT mas quando os gigantescos esquemas de corrupção envolvendo os governos petistas passaram a ser desmantelados pela Operação Lava Jato, e dirigentes petistas começaram a ir para a cadeia, o PSOL logo começou a defender a narrativa de que Dilma e Lula estavam sendo ”perseguidos” e endossou a narrativa contra a Lava Jato e Moro.

Tanto que o próprio Freixo já deixou claro o apoio do criminoso Lula para a sua candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro. No festival comemorativo dos 40 anos do PT, Lula disparou absurdos contra o presidente Bolsonaro e o Ministro Sérgio Moro. Freixo fez coro ao condenado e também atacou Bolsonaro durante o evento de comemoração dos 40 anos do PT, no qual participaram todos os partidos que compõem a esquerda socialista do país(PT, PDT, PCdoB, PSB, PSOL).

Afirmou Freixo para a platéia de militantes petistas: ”Temos que destruir o governo Bolsonaro. Resistir é ganhar tempo. Precisamos de algo mais que resistir”. Freixo também atacou Bolsonaro chamando-o de ”esgoto” do sistema político brasileiro, sendo entusiasticamente aplaudido pela militância esquerdista presente.

O esporte favorito dos psolitas e petistas é atacar Bolsonaro e Moro a todo o momento e fazer tudo que podem para prejudicar e obstruir os projetos do governo. Dentro do Congresso, Freixo cumpre exatamente esse papel de office boy do PT. Nomeado por Rodrigo Maia para o grupo de trabalhos do pacote anticrime, Freixo desfigurou o projeto ao inserir o juiz de garantias e votou contra o excludente de ilicitude. Em resumo: matou o projeto em sua essência. Freixo além disso, cumprindo sua função de linha-auxiliar do PT, se manifestou pela retirada da prisão em 2ª instância do texto do pacote anti-crime de Moro.

Veja também:

Em 2012 Marcelo Freixo saiu em defesa de candidato condenado por assalto a mão -armada.
Deputada do PSOL elogia ditador comunista(mas mídia não liga)

Freixo não vê problema algum nas condenações judiciais do ex-presidente Lula, seus problemas envolvendo corrupção, seu partido envolvido até o talo com escândalos e roubos milionários enquanto esteve no poder. Ele, no entanto, enxerga mil e um defeitos no presidente Bolsonaro e no Ministro Moro, que nunca foram condenados por nada. A duplicidade moral desse sujeito é estarrecedora.

Outro exemplo da cumplicidade de Freixo com a corrupção petista foi sua oposição ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, mesmo com os flagrantes crimes cometidos pela petista em seu desastroso governo atolado em inúmeros escândalos de corrupção. O PSOL e Freixo – que sempre posaram de “críticos” do PT – não pensaram duas vezes em defender a quadrilha no poder e sair às ruas gritando contra o “golpe”. Ao invés de atacar a corrupção petista, quem Freixo prefere atacar? A Força Tarefa da Lava Jato, referência no mundo todo no quesito combate a corrupção.

Todos estes exemplos anteriormente citados mostram bem a índole de Marcelo Freixo. Se as posições esquerdistas do sujeito já são motivo o suficiente para desconfiar da sua eminente moral distorcida, a conivência com o crime até dentro de seu partido é algo que merece total destaque para entendermos quem é psolista hipócrita metido a bom moço.

Fazendo coro ao ”Lula Livre” e atacando a Operação Lava Jato, Freixo não esconde seu apoio á corrupção petista, aliando-se ao PT para concorrer á prefeitura do Rio com as “bençãos” de Lula.

O paladino da ética e da moral na política dispensa todos os freios morais com os criminosos. Além das conexões muito mal explicadas com os black blocs, Freixo não é também um garoto propaganda da turma que pede ”Lula Livre”? Veja: Lula é rico, branco e poderoso. É tudo o que, na teoria, o PSOL e sua trupe deveria odiar. Mas ele é de esquerda. Ele pode ser corrupto em paz. Ele pode cuspir na cara do povo brasileiro como quiser, e os grandes defensores do mesmo povo irão defendê-lo como unhas e dentes.

Freixo é um provável candidato à prefeitura do Rio de Janeiro na eleição deste ano e com apoio do PT. A cidade já é um antro de criminalidade e insegurança. Se colocarem o psolista – que é um histórico defensor de bandidos – na prefeitura, não espantem o caos e a onda de banditismo que pode inundar a cidade maravilhosa. O coração do beautiful people carioca bate mais forte com a possibilidade de vitória do Guilherme Boulos com grife. Sinal pior não há.

Olavo de Carvalho foi certeiro ao precisar o nascimento do crime organizado em seu artigo Bandido e Letrados: ”[…]Mas a colaboração desses senhores dialéticos para o crescimento da criminalidade no Rio foi bem mais longe do que a simples preparação psicológica por meio da literatura, do teatro e do cinema: foram exemplares da sua espécie que, no presídio da Ilha Grande, ensinaram aos futuros chefes do Comando Vermelho a estratégia e as táticas de guerrilha que o transformaram numa organização paramilitar, capaz de representar ameaça para a segurança nacional. Pouco importa que, ao fazerem isso, os militantes presos tivessem em vista a futura integração dos bandidos na estratégia revolucionária, ou que, agindo às tontas, simplesmente desejassem uma vingança suicida contra a ditadura que os derrotara: o que importa é que, ensinando guerrilha aos bandidos, agiram de maneira coerente com os ensinamentos de Marcuse e Hobsbawn — então muito influentes nas nossas esquerdas —, os quais, até mesmo contrariando o velho Marx, exaltavam o potencial revolucionário do Lumpenproletariat”.

Não tenho a menor dúvida de que Marcelo Freixo é o exemplo perfeito da deformidade provocada pela mentalidade revolucionária. Para ele, criminosos merecem tratamento digno, cidadãos de bem nada podem fazer em relação ao crime – a não ser esperar do Estado a solução que em 14 anos a esquerda não trouxe. Freixo não terá o menor remorso se, uma vez prefeito, suas políticas de frouxidão com o crime gerarem um banho de sangue dos inocentes que já sofrem o bastante.

Aos cidadãos cariocas, a única coisa que posso dizer em relação a Marcelo Freixo é: um mau negócio. Esse sujeito na prefeitura do Rio de Janeiro será o novo Brizola para o crime organizado. 

Newsletter

Não perca nenhuma notícia.

Inscreva-se em nossa newsletter gratuita e receba em primeira mão as notícias mais importantes.

Veja nossas  Políticas de Privacidade

Publicidade

Publicidade

Matérias Relacionadas