Deputada do PSOL elogia ditador comunista(mas mídia não liga)

A deputada federal Talíria Petrone do PSOL, em suas redes sociais, resolveu render elogios chorosos e prestar homenagem a ninguém menos que ao ditador soviético, Vladimir Lênin, responsável por transformar a Rússia num estado policial totalitário que matou milhões de seres humanos somente na URSS.

Disse a deputada em sua postagem no Twitter:

”Há 96 anos perdíamos Lênin, o principal líder da revolução russa de outubro de 1917. O cara que ousou substituir o poder do Czar, o Rei, pelo de Conselhos de Operários, Soldados e Camponeses – os Soviets. A revolução foi traída, mas Lênin, pelo exemplo e pelos escritos, é eterno.”

O elogio ao ditador soviético passou batido na grande mídia do país, a mesma mídia que se escandalizou com o discurso copiado do nazista Joseph Goebbels pelo ex-secretário de Cultura Roberto Alvim, que foi imediatamente demitido após a polêmica declaração em vídeo.

Após a declaração de Alvim, os veículos de comunicação em peso pediram a demissão do ex-secretário, alardeando para todos os cantos contra o ”nazismo”, a ”ditadura”, etc–a mesma campanha de histeria que fizeram durante á campanha do presidente Jair Bolsonaro, com direito até mesmo á falsos casos de ataques ”neo-nazistas”.

Mas ao que parece, para nossa imprensa(que se transformou num mega-fone da agenda progressista-esquerdista) quando se trata de condenar ditaduras, se trata apenas de condenar aquelas que não estão do seu lado ideológico.

Praticamente nenhum veículo de imprensa noticiou o caso, mesmo se tratando do elogio a um ditador responsável por milhões de mortes de inocentes, fato reconhecido por praticamente todos os historiadores do período soviético como Robert Conquest, Richard Pipes e Robert Service(historiadores de fato, e não consumidores de cartilhas e propaganda comunista como Petrone).

Após a publicação, o vereador Fernando Holiday(DEM-SP), comentou sobre a postagem da deputada do PSOL:

”Se for professora de história, do movimento negro e filiada ao PSOL; pode apoiar genocida e ditador que não tem problema. Para esse tipo de gente pouco importa os milhões que morreram o que importa é a revolução, isso é repugnante.”

O recado da mídia aí é claro: vale apoiar ditador e genocida, desde que seja de extrema-esquerda e que suas vítimas sejam conservadores, religiosos, ”burgueses”, etc.

O silêncio da mídia nesses casos consegue incomodar mais que suas histerias contra o ”fascismo” imaginário do presidente Jair Bolsonaro e dos militares brasileiros, enquanto os reais apoiadores de genocidas são bem reais, e ainda por cima são adorados e apoiados por esta mesma mídia como ”defensores dos direitos humanos”

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